quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
JUBILEU DE PRATA DE MINHA EXISTÊNCIA
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
CRISTOLOGIA
QUEM É JESUS?
O Teólogo Henry Clarence Thiessen diz que existem cinco atributos apresentados em Jesus Cristo que servem como provas cabais da sua divindade, são eles: eternidade, onipresença, onisciência, onipotência e imutabilidade. Mas em que local da Bíblia encontramos respaldo para esses atributos?
- Eternidade - Hb 1.5-11; 13.8
- Oniresença - Jo 3.13; Mt 18.20; 28.20
- Onisciência – Jo 1.49; Lc 6.8; 11.17; Jo 6.66
- Onipotência – Ap 1.8; Jo 5.19, Mt 28.18
- Imutabilidade – Hb 13.8; 1.12
- Convívio Social - Jo 2.12
- Necessidades físicas (tais como: sede e cansaço) - Jo 2.12
- Chorou - Jo 11.33-35
“...E o Verbo se fez carne e habitou entre nós...” ( Jo 1.14)
Jesus Cristo apesar de verdadeiro homem não possui pecado, pois deve ficar claro que o seu nascimento é virginal, Não estando ligado a Adão por nascimento. Eis o motivo de em todos os credos ser enfatizado o nascimento virginal de Jesus Cristo.
- Docetismo
“Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos”. - Credo Apostólico, 2º parágrafo
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Pão e Circo
Chega a ser hilário a forma como essas pessoas acham que irão concertar suas displicencias promovendo eventos para o povo. Por que será que passamos anos e mais anos "mendigando pão", para realizarmos nossos humildes eventos, pelo fato de nossos políticos não terem verbas para patrocínio, e justamente agora, ano eleitoral, os mesmos se apresentam como salvadores da pátria promovendo e patrocinando grandes eventos? Porque será, que depois de "séculos", somente em 2010, a JUVENTUDE DE SALVADOR terá um grande congresso no Parque de Exposições?
Chega de pão e circo! O nosso povo merece respeito, dignidade, e, sobre tudo, solidariedade. Nosso povo não será mais ludibriado com diversão e comida, pois existe uma geração que se alimenta de livro e caneta, e estes dificilmente serão dobrados aos "Césares" hodiernos. Rogamos a Deus misericordia, para que possamos viver o Cristianismo puro. Esse mundo é uma nave em festa, por este motivo minha alma grita: PAREM O MUNDO, POIS, EU QUERO DESCER!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
Análise do Pacto de Lausane

Pb. Carlos Rogério Alves
Bacharel em Teologia
“Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes[...]”. (Art. 11)
Diante de tal afirmativa que reza o art. 11 do pacto em apreço, sentimos a necessidade iminente em refletir que tipo de cristianismo está sendo vivido nas igrejas hoje, e qual tem sido o papel dela neste mundo. Realmente a grade preocupação das igrejas hoje tem sido atrair novos membros para suas comunidades, porém ao invés de evangelismo e discipulado, usa-se recursos variados de marketing, métodos estes, muito usados nas empresas modernas, que aderem ao marketing de rede. Quero que fique claro que não tenho nada contra o marketing, nem à novas estratégias que visem atrair as pessoas para a igreja, até porque as estratégias, inclusive de marketing é eficiente no processo de evangelização, desde que seja usado com sabedoria. Aqui entra a questão da moderação. Pois quando a igreja exerce a sua função de sal e luz neste mundo, evangelizando e discipulando, entregando pessoas regeneradas à esta sociedade perversa, está entendendo a proposta do evangelho. Quando a igreja prioriza o crescimento numérico ao invés do espiritual ela está doente.
“Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e postestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial [...]”. (Art. 12)
É imprescindível que ao nos emprenhamos no labor da obra missionária, tenhamos em mente que se trata de um conflito espiritual. Pois como ministros de Deus, trabalhando em favor do Reino da Luz, resgatamos vidas das mãos de satanás, tirando-as do reino das trevas. Com isto, as potestades do mal farão de tudo para impedir esta obra.
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do Mal”. (Jo 17.15).
Sabedor desta grande verdade, Jesus na sua oração intercessória, roga ao Pai que livrasse seus discípulos do mal. Não obstante a todos estes conflitos espirituais que a igreja missionária está sujeita, prefiro ficar com as palavras de Jesus: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.
Ao analisar o Art. 14 do Pacto de Lausane, gostaria de colocá-lo na integra, pois considero o artigo áureo do referido pacto.
“Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.”
Doutrinariamente este artigo torna-se um dos principais fundamentos da nossa convicção como igreja missionária. Pois a igreja para ser bem sucedida no labor missionário, a mesma precisa, ou melhor, DEPENDE do poder do Espirito Santo. Tanto é que a ordem do Senhor para sua igreja foi que os cristãos permanecessem em Jerusalém, até que do alto fossem revestidos de poder. A igreja precisa rever no seu contexto missionário a doutrina do Espirito Santo, este agente divino, a terceira pessoa da trindade que concede poder à igreja para que esta tenha autoridade, intrepidez e ousadia ao testemunhar de Cristo Jesus.
Soli Deo Glória!
Martinho Lutero
MARTINHO LUTERO
A literatura teve uma importância sem igual na reforma protestante liderada por Lutero. O mundo católico passava por um momento obscuro na sua história, no que diz respeito às obras literárias, principalmente as que iam de encontro à igreja católica. Os leigos, como eram chamados os fieis que não faziam parte do clero, eram vítimas fáceis de serem manipulados. Até porque a cultura literária não fazia parte da realidade que os mesmos estavam inseridos. Quem pouco lê, pouca capacidade crítica possui. Se um indivíduo é alienado da consciência crítica, logo, o mesmo será mais um com pouca capacidade de argumentação.
Com isso a Igreja Romana se tornava cada vez mais forte, por manipular a consciência dos seus membros. Através de panfletos, contendo mensagens do Papa ou de cardeais, a referida igreja conseguia arrecadar grande fortuna dos seus fieis, que pensavam estar ajudando a resgatar as almas dos seus ente queridos do purgatório. Numa certa manhã, uma senhora apresenta ao professor Lutero uma carta de indulgência assinada por um arcebispo. Pensando a mesma que a referida carta teria poder para libertar a alma da sua filha. Este fato fora imprescindível para fortalecer a sede por verdade que brotava do coração deste teólogo.

Finalmente uma luz no final do túnel. Lutero inicia sua jornada rumo à reforma teológica, equipado apenas com duas armas: a fé e a escrita. Com uma caneta na mão, e um papel esticado sobre a escrivaninha, Dr. Martinho Lutero começou a escrever as suas primeiras obras literárias. Dentre elas estavam as 95 teses, que questionavam a autoridade do Papa, além de combater a cobrança das indulgências. A literatura luterana proporcionou a seus leitores uma consciência crítica e uma mente aberta. O exemplo disso são aquelas pessoas que outrora eram alienadas e manipuladas, e depois passaram a indagar-se: “Se as indulgências são eficazes e o Papa é um homem piedoso, por que ele cobra pela aquisição das mesmas?” Visualizamos quão influente fora a arte literária no processo de conquista da opinião pública.
Concluímos, portanto, que a Reforma não teria tanto êxito se não sem a influência da literatura. Zurique, um dos amigos de Lutero corrobora quando diz: “Quero que os Holandeses sintam o que eu senti quando li a palavra pela primeira vez”. Sigamos o exemplo deste nobre teólogo, que para combater as heresias a dotou o papel e a caneta como as suas inseparáveis ferramentas. Por isso, mesmo depois de morto, Martinho Lutero ainda prega. “O justo viverá da Fé”.
Soli Deo Glória.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
O Que é Teologia
O Que é Teologia?

Prof. Dr. Leonardo Boff
“Teologia como a palavra sugere é o discurso sobre Deus e de todas as coisas vistas à luz de Deus. Constitui uma singularidade de nossa espécie que, num momento da evolução de milhões de anos, tenha surgido a consciência de Deus. Com essa palavra - Deus - se expressa um valor supremo, um sentido derradeiro do universo e da vida e uma Fonte originária de onde provêm todos os seres.
Esse Deus sempre habita o universo e acompanha os seres humanos. Os textos sagradas das religiões e das tradições espirituais testemunham a permanente atuação de Deus no mundo. Ele sempre atua favorecendo a vida, defendendo o fraco, oferecendo perdão ao caido e prometendo a eternidade da vida em comunhão com Ele.
Pertence à fé dos cristãos afirmar que Deus se acercou da existência humana e se fez Ele mesmo Deus em Jesus de Nazaré. Assim a promessa de união benaventurada com Ele se antecipa e será a destinação de todos os seres e da inteira criação.
Entre as muitas funções da teologia, hoje em dia, duas são mais urgentes: como a teologia colabora na libertação dos oprimidos que são nossos cristos crucificados hoje e como a teologia ajuda a preservar a memória de Deus para que não se perca o sentido e a sacralidade da vida humana, ameaçada por uma cultura da superficialidade, do consumo e do entretenimento. Devemos unir sempre fé com justiça donde nasce a perspectiva de libertação e importa manter a chama da lamparina sagrada sempre acesa, donde se alimenta a esperança humana de um futuro bom para a Terra e a humanidade.”
Todo Homem pode vir à Cristo?
“TODO HOMEM PODE VIR À CRISTO?

Seminarista
O texto em análise consiste num dos assuntos mais controversos e fascinantes do universo teológico. Todavia o autor se mostra completamente despreparado e pouco conhecedor da maior arte que um teólogo não pode desconhecer, a hermenêutica (arte de interpretar o texto). Por este motivo o escritor se contradiz em diversos parágrafos. Passaremos, portanto a refutar e criticar a tese do referido escritor tomando como base as suas próprias contradições.
Baseado no tema “Todo homem pode vir a Cristo?”, o teólogo C.D. Cole, reza que ninguém pode vir a cristo, se o Pai não o trouxer. Não podemos negar esta grande verdade bíblica e teológica. Não obstante, não concordamos com a tese de que “o homem não vem a Cristo porque a sua vontade está escravizada”, conforme ele advoga no terceiro parágrafo. Até porque se lermos João 6.40, veremos que o que está em apreço é a fé em Jesus para a salvação, ou a não-crença para perdição. Haja vista, se lermos todo o contexto, como a hermenêutica exige, veremos que Jesus falava com os judeus incrédulos. O escritor corrobora conosco ao se contradizer no primeiro tópico do 4º. Parágrafo: “Vir a cristo é crer em cristo”. Por isso que os que crêem vem a Cristo e os que não crêem não vem a Cristo. Os incrédulos (neste contexto, os judeus) não podiam vir a Cristo porque não criam nele.
Outrossim, no segundo tópico do quarto parágrafo, Cole tenta nos persuadir, distorcendo Lc. 14. 16-23. Dizendo que o rei relatado na parábola convidou a muitos para as bodas, porém os convidados não compareceram. E o mesmo conclui eloquentemente dizendo: “Meu convite pra ‘quem quiser’ trouxe alguém”? Não! Com esta analogia o escritor defende a tese de que o convite não atrai ninguém a Cristo, porque se o pecador recebe um convite, o mesmo poderá atender ou não, dependendo da sua vontade, e se a sua vontade está escravizada, logo, a sua resposta ao convite será negativa. À olho nu o eloqüente argumento de Cole parece ortodoxo, porém, quando analisado à luz da bíblia o mesmo se dissolve. Pois se o mesmo tivesse a coragem de analisar o contexto do capítulo 14 de Lucas, e fizesse um paralelo com Mateus 22.1-19, veria que Jesus se referia aos fariseus.
A mensagem verdadeira do texto é esta: os judeus rejeitaram a Jesus, porém, nós, gentios, o recebemos de corações abertos. João corrobora conosco dizendo: “veio para os que eram seus, porém os seus não o receberam, mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: AOS QUE CREÊM no seu nome. Os simpatizantes desta linha teológica a qual o escritor está inserido, poderia me responder: Os gentios só aceitam a Jesus porque foi incondicionalmente atraídos por Deus. Porém , nós refutamos com a seguinte indagação: será que Deus não teve poder de atrair também os judeus? E, se Deus deseja que todos se salvem, porque não atrai logo a todo mundo?
Concluímos, dizendo que não é a vontade do homem que está escravizada, e, sim, a sua natureza. Porque Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Miserável homem que sou! (Rm 7.19-20 e 24), observamos neste texto que a vontade do homem é livre, porém a sua natureza é pecadora, por isso o mesmo não tem forças para cumprir a sua vontade. E a nossa crença é que neste momento a terceira pessoa da trindade entra em ação para dar forças ao pecador. Portanto, como advogado da genuína fé cristã e apostólica, peço a não crença nesta tese anti-bíblica e não-ortodoxa apresentada pelo teólogo supracitado.




